segunda-feira, 23 de novembro de 2009




Surgiu derrepente

Como um vulto na noite
Senti medo,
mas o medo só me fez o querer mais

Olhar penetrante
Insinuante
Acho que quer me devorar,
então que devore
Não consigo controlar a vontade
de te beijar, te abraçar

Abraço frio no calor, abraço que me aquece da dor
nas noites frias a procura de amor

Sinto tua respiração enquanto durmo
e enquanto durmo sonho contigo
És meu amigo, inimigo do meu coração
por ser tão envolvente como uma canção

Quero tê-lo como sombra
,
que me ronda
Minha vida agora é sua
como se a eternidade fosse nossa
Quero teu amor

Ao amanhecer quero tê-lo ao meu lado
Ao entardecer não suporto a saudade
Ao anoitecer já somos um só

Corações completos
Vidas unidas
Almas predestinadas a todo o sempre
Nem a morte nus separa

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