domingo, 17 de janeiro de 2010


Esculpido de forma tão inteligente
Tornou-se tão influente
Me sinto chantageada a te agradar
És um prêmio que tenho a ganhar
Pessoa fogosa que me incomoda por ser tão irresistível
Não consigo nem olhar em teus olhos, parece me hipnotizar.
Inconcebível, inconfundível, incontrolável
Espectro de tão belo
Jeito arteiro, às vezes complexo
Me sinto um anexo fazendo a diferença no teu cotidiano
Atemorizada fico, quando sinto tua falta
São as emoções, o estômago cheio de borboletas
Malditas borboletas inquietas e desconfiadas!
Autor das próprias histórias
Sonhador escrevendo as linhas tortas do destino
Auto-suficiente a procura de carinho
Posso te prestigiar com meu carinho, as vezes abusivo
Fiquei bêbada de encantamento
Perdi meu auto controle
Estremeci;
Cabeludo compenetrado; metido
Me pegou desprevenida !

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Louca misteriosa;
que desconta a fúria nos papeis através de dedos descontrolados rabiscando emoções
Malvada que espanca a tristeza e ganha força
Azeda torno-me quando o doce enjoa
Sou ácido que corro as feridas intravenosas do coração
Converso com os murmúrios macabros da desilusão
Desesperada de amor reprimido em carne viva
Depressiva compulsiva paranóia insaciável cheia de tesão
Vontade de beijo descontrolado
Desejo histérica ansiosa sensações sem limites
Louca eu seria;
se fosse uma pessoa comum que se afoga ao tomar um chá com a monotonia
Taça cheia de loucura;
Um brinde aos anormais !